sexta-feira, 19 de junho de 2009

A FORÇA


Flutuações de humor, poderíamos chamar, numa visão mais superfícial dos fatos.

Força, Fé, Verdade. Medo.

Quando paramos, e pensamos, ou não, e sentimos, vimos, nada mais.

Algo, um sentimento absoluto, grande, pungente, meu olhos se enchem de energia, eu vejo por entre as coisas, as pessoas, como um raio-x invisível, isso dá medo.

O poder corrompe, afasta, ninguém quer ficar sozinho, não existe razão em ficar sozinho, porém ninguém quer outras pessoas vasculhando seu íntimo, seu seja lá o que for. Eu não quero que façam isso comigo. Não quero fazer, desejo, mas não quero fazer isso com os outros, cada um tem seus próprios fantasmas para espantar.

Aí eu fico quieto, cuidando dos meus, conversando um pouco com eles, olhando bem pro sua expressão, contemplando a força, fé e verdade presente em todas as coisas que não se vê com os olhos.


Book of the Blind - Diablo


I can see what you see not

Vision milky then eyes rot

When you turn they will be gone

Whispering their hidden song

Then you see what cannot be

Shadows move where light should be

Out of darkness, out of mind

Cast down into the Halls of the Blind.


Mesmo depois de anos sem jogar o jogo eu ainda me lembro praticamente de todo poema, procurei no google a parte que faltava.

A vida as vezes parece os Halls of the Blind, porém não vimos o quão cegos somos.


El condor pasa en cielo de peru

Drando

Sientendo

Que ja pretio la luz...

De la liberdad...


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Nem Merece um Título Isso...

Então, mais do mesmo de novo?
Geeeeente, perco tanto tempo fazendo quizz... ahahahah, depois não sobra tempo pra escrever nada decente...

Mas quem quiser ( se alguém visitar meu blog) os quizz têm um monte de coisa legal para se divertir. XD

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Mais do Mesmo

Vamos falar de mim de novo! (risos) Mas não de todo caráter do que é ou não é, bom mudar de vez em quando. Vamos falar do que estou fazendo então.

Faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho, faculdade, trabalho e faculdade. (risos de novo plz)

Mas tudo bem, depois dessa ótima piada eu penso que deve existir um lugar no inferno somente para os operadores de telemarketing, meu deus, é muito absurdo isso, se um dia alguém me dizer que não vou pro céu eu acredito (risos again). Dá até uma dor na alma essa função.
Outro problema é a matéria didática aplicada, preciso terminar o artigo e não tenho tempo pra isso, ou tenho e não sei administrar, também né... Quero fazer tudo ao mesmo tempo.
Essa quarta, quinta e sexta não vou pra aula, estou trabalhando no fórum internacional de esportes, é legal ganha uma graninha e comida pra fazer pouca coisa e nem ganhar falta e não ter que ver aula de didática xD (risos). Mas enfim eu estou falando sobre e esse egocentrismo blogueiro mata meu blog, será que eu consigo falar de alguma coisa que não seja de mim aqui? Eu acredito que sim mas no momento não estou inclinado, preciso de um tempo de inspiração.

That's all for today folks.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Verba mollia et efficacia

Eu sou o brilho dos teus olhos ao me olhar
Sou o teu sorriso ao ganhar um beijo meu
Eu sou teu corpo inteiro a se arrepiar
Quando em meus braços você se acolheu

Eu sou o teu segredo mais oculto
Teu desejo mais profundo, o teu querer
Tua fome de prazer sem disfarçar
Sou a fonte de alegria, sou o teu sonhar

Eu sou a tua sombra, eu sou teu guia
Sou o teu luar em plena luz do dia
Sou tua pele, proteção, sou o teu calor
Eu sou teu cheiro a perfumar o nosso amor

Eu sou tua saudade reprimida
Sou o teu sangrar ao ver minha partida
Sou o teu peito a apelar, gritar de dor
Ao se ver ainda mais distante do meu amor

Sou teu ego, tua alma
Sou teu céu, o teu inferno a tua calma
Eu sou teu tudo, sou teu nada
Minha pequena, és minha amada
Eu sou o teu mundo, sou teu poder

Sou tua vida, sou meu eu em você.
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Essa música, eu gosto dela, ela diz muita coisa.
Ela mostra o que são as pessoas umas para outras - sentimentos.
Eu sou em você aquilo você se faz sentir com relação a mim, intrigante isso não? Mais do que eu ser o que penso ser, sou também para os outros todos os sentimento direcionados a mim pela outra pessoa.

Sou tua vida, sou meu eu em você.

As boas palavras custam pouco e valem muito.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Ta com sede?

Muitas vezes pensamos como somos, ou eu penso como sou, e como todos são. Todos nós temos uma certa parcialidade em relação a nós mesmos e eu tomo agora a autoridade para falar por todos nós... Todos nós temos fome, sede, frio, calor, agonia, felicidade etecetara e tal, todos temos pessoas ao nosso lado (ou deveríamos ter) que fazem a vida que temos ter algum valor, é nas pessoas que estão ao nosso lado que encontramos o nosso caminho.

Ninguém constroi uma casa para viver sozinho nela, ninguém compra um carro para andar sozinho nele, mas várias pessoas compram mansões para morar e jatinhos para passear. Tire tudo isso, ninguém no final da vida numa cama de hospital se arrepende por não ter investido na bolsa de valores, ter comprado um carro zero ou uma corbetura, muitos choram tristes por não ter quem lhe afague a cabeça nos últimos suspiros, por não ter alguém para desabafar suas angústias ou por ter ao seu lado na cama alguém que realmente se importe - se bem que no último caso provavelmente a recíproca é verdadeira.

Ter é muito bom, ter uma casa, um carro, ter poder (?), ter o que comer, o que vestir, o que beber. Ter é muito bom. Mas não é a melhor coisa do mundo.

O que temos realmente? O que é realmente nosso? O que é meu é seu também? O que é seu é meu também? Se o que é meu é seu, o que tenho é nosso, se o que é seu é meu, o que tu tens é nosso e o que é nosso não é de mais ninguém.

Mas até que ponto o que tenho é meu e o que tens é teu? Até que ponto temos o poder sobre o que teoricamente temos?

Como um prisioneiro que se orgulha por possuir uma cela grande, iludindo-se por liberto, nos todos pensamos possuir as coisas quando na verdade elas nos possuem.

Não temos o controle das coisas que iludimos possuir, nos aproveitamos dela mas nada nos garante que são realmente nossas.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Valha-me.

As vezes a vontade de escrever me domina e eu tenho duas maneiras de escrever: ou escrevo no caderno de escritos meus ou no meu blog.

O meu blog é mais acessível então é mais comum que escreva aqui, até por que é o tempo que eu tenho vago e que me sinto mais relaxado para criar alguma. Tantas vezes eu escrevo coisas que não lembro de escrever, eu escrevo e depois leio, se me perguntarem o que foi que escrevi eu não sei dizer mas se ler sei que fui eu escrevi, é muito estranho isso. Ou quando eu realmente escrevo e nem me lembro de ter escrito, como se fosse lacunas no minha memória.



Não existe nada de mais para escrever hoje. Apenas a vontade existe aqui nessas palavras.

sábado, 2 de maio de 2009

Ode to Myself


Mais do que quero mais do que sinto, não tenho medo não tenho nada, era o que ele escrevia numa tarde amena de promessas e rosas.
Mais do que pensamentos e palavras que lhe vinham a mente ele via imagens de passados, imagens de experiências que não gostaria de ter experimentado, mas como recusar a tudo que lhe veio? Como dizer não as suas vontades, paixões e desejos?
Não, não, com certeza não era isso que ele queria, ele queria estar no poder, ele sempre quer estar no poder mas existem coisas na nossa vida que não podemos ter o poder, existem momentos que se perdem na inconstância e ninguém tem o poder sobre o nada.


Muitas vezes você quis gritar de vontade fazer algo e depois se envergonha de tê-lo feito.

Alguém aparece acende a luz, faz barulho e interrompe o momento, aquele momento que não piscamos e estamos deixando as palavras se tornarem carne (ou bits). E o que ele quer é o poder, a ilusão do poder nos corroe, nos corrompe, nos mata, nos fere, nos aniquila. O desejo do poder possuir, o poder do controle, não podemos controlar o mundo, não não. Agora ao sim o que sobra? Sim sim sim, depois de tantos nãos, é certo que o poder nos falta.
O fruto da nossa tristeza é a solidão, a solidão da nossa tristeza é a apatia, a apatia é a apatia. A apatia é o alimento das nossas emoções mais pútridas, ela acaba com a nossa vontade de querer sermos "bons". E no fim não existe aqui um linha, apenas círculos.
Ele escrevia enquanto era sincero e era sincero enquanto escrevia, escrevia por que era uma maneira de dizer o que havia para ser dito, não importando se alguém iria parar para escutá-lo.
Comunicar, essa sim era uma palavra para ele. Comunicar era seu desígnio, comunicar é o sentido, comunicar nos faz sentir-nos menos sós, nos mantém acesos, ficamos felizes comunicando.

E existe sentido nisso tudo?? Meu irmão diria que tanto faz, o mundo acaba numa bola de fogo mesmo, então pra que se importar?
Mas ele está lá, comunicando.
Não sabe o que, está.
Minha brisa do mar que vem tornar-me doente, meu vício que me cura, minha vontade que se pronuncia, minha passagem que se abre. Tua vida que aparece, teu amor que se pronuncia, teu tédio que grita, teu amigo que acalenta.
Dele vem a terra, o ar, o mar, as flores... Dele vem as flores e principalmente as flores, nada é mais o que era e sim o que é, o que vai ser ninguém sabe e todo mundo finge saber.


Nossa pátria, nosso dinheiro, nossa arma, nossas almas. O que fazemos para nós normalmente é pior do que eu faço pra mim e daonde que tiramos as razões? Da solidão que não desejamos sentir, da tristeza que juntos podemos eliminar, daquilo que sozinho eu não posso. Mas a vossa razão nunca é melhor que a minha, a vossa fome nunca é maior que a minha e a vossa opinião nunca é mais válida que a minha. Vossa vontade pode ser mais forte que a minha mas minha parcialidade é igual a de todos nós.


E da onde vem toda a inspiração? Do nada é claro.